Ignorar uma coisa não vai torná-la melhor. Pelo contrário, devemos encarar os quebras-molas que aparecem como obstáculos frente a nós. E claro, existem consequências boas e ruins.
O fim. Corremos o tempo todo dele, lutamos com todas armas existentes para que algo dure eternamente. Mas ele é uma força invisível que sempre nos derrubará. Aí não adianta chorar, procurar o erro, tentar concertar as coisas. Temos que aprender a aceitar isso. Fim.
“Eu te amo”; “eu sinto muito por ter te traído”; “eu nunca vou te deixar”; “eu não consigo respirar sem você”; “você é meu”. Todas essas protocolares frases sempre terminam em: “acabou”. O túnel tem fim.
Não adianta me dizer que isso passa, que vou ficar bem, que ainda estou aprendendo. Essa dor vai me acompanhar pra sempre, sempre me cutucará e lembrará que é minha companheira.
Planejar é uma das maiores imaturidades do ser humano. As coisas mudam, o tempo sempre interfere em nossa felicidade momentânea, e, nos leva a um futuro que realmente não anseávamos acontecer.
— Mas, quando tivermos morrido e partido, você continuará me amando, o amor continua?
— Pequeno, olhe as estrelas, como brilham: algumas já morreram faz tempo. Mas elas continuam brilhando no céu noturno, pra você ver, Pequeno, que o amor, como a luz das estrelas, nunca morre.
(Source: passionskillingme)